Cinco motivos para…
…não fazer uma lista decente hoje.
5º – Estou sem idéias
4º – Estou com preguiça
3º – Quero fugir do excesso de listas de músicas
2º – Estou cansado
1º – Estou doente demais para ter vontade de fazer alguma coisa.
Ao som de:
Master Exploder
Tenacious D
The Pick of Destiny
Eu mordi minha língua.
E mordi com força.
Já tinha comentado aqui que quando lost saiu, eu achei uma série sem graça. Pois é. Depois de ver todos os dez primeiros episódios da quinta temporada, eu concluí: Lost fica melhor a cada dia. E o vício fica maior também. Pegando os episódios pelos torrent, já os assisto no dia seguinte da exibção nos EUA, sem legendas, óbvio. Mas hoje cheguei ao nível de ficar monitorando a fonte dos torrents para assistir o décimo. Resultado: fui o 20º bucaneiro a baixar completamente esse episódio em todo o mundo. É. E Lost fica mais e mais foda a cada dia. Agora vou esperar até a quinta que vem para saber o resto da história.
Agora eu me vou, deu vontade de rever.
Ao som de:
Penny Lane
The Beatles
1
Eu odeio a mídia brasileira.
Sério. Eu tenho raiva da Globo, da Abril, da Band, da Record, tenho raiva de todas as redes de notícias daqui. Além de escreverem besteiras (coisa frequênte no G1 – da Globo – e nos sites e revistas da Abril), eles arruinam as poucas coisas legais que existem, como o twitter.
Cara, o twitter é absurdamente legal, eu me controlo para escrever coisas de forma simples e direta, e só recebo coisas relevantes (e interessantes) por ele, como vídeos legais, textos interessantes achados por aí, posts incrívelmente bons, até as piadinhas que o pessoal manda e me faz dar gargalhadas. Na real, tem um pouco de tudo em cada um dos meus followers, desde textos relevantes até as piadas. E isso é ótimo. A véspera do natal de 2008 foi absurdamente engraçada com os #natal facts do brandones, Mas desde que o twitter virou notícia da Época, do G1 e de afins, o número de pedidos de amizade aumentou assustadoramente, e são pessoas sem conteúdo. É. Aquelas mesmas que literalmente foderam com o Orkut. Sério, tem um cara que entrou no twitter só para ver os tweets dos outros. Tem uma outra guria que segue 2 mil pessoas, mas só é seguida por três caras. Porra, deixem o twitter em paz, já basta de lixo nas novelas, matérias sem conteúdo relevante (como tatuagesn bizarras – sendo que algumas são fake), até mesmo em programas de quinta categoria como a merda do BBB ou o Zorra Total. Sério, a mídia brasileira fode com tudo que é bom.
Tags: Crítica, Internet, VidaCinco motivos para dizer que os anos 80 não foram uma perda total de tempo
Sim! Os anos 80, uma década que é julgada por muitos como a pior época do século 20 (sendo que alguns extremistas acham que ela devia ser apagada dos livros de história), mas que também teve bons frutos:
5° – Lançamento do álbum “Ramonesmania“, do Ramones (1988)
4º – Back In Black – AC/DC (1980)
3º – Computer Love – Kraftwerk (1981)
2º – Surgimento do New Order (1980)
1º – Surgimento dos Pixies (1986)
Ao som de Vendo:
New Order 511: Live at Finsbury Park – 9th June 02
Vizinho filho da puta!
Aqui onde moro é interessante, pois existem quatro formas diferentes de entrar: pela entrada de visitantes, pelo portão dos fundos, pelo portão da garagem e pelo portão para moradores.
Hoje, eu cheguei da aula de carona, e pensei “porra, são onze da noite, entrar pelos fundos é cagada (já que tem que passar por um beco escuro deserto, e eu duvido que alguém seja tão burro para fazer isso), dar a volta na quadra para entrar pelo portão de visitantes não rola também, já que vivem roubando os carros por ali, o portão para moradores está quebrado (da forma que sempre esteve nos quase 18 anos que moro aqui)”. Óbviamente, como qualquer ser humano faria, fui entrar pela garagem, no mesmo portão dos carros, aproveitando que um vizinho acaba de chegar para abrir o portão.
Como não tenho merda na cabeça, decidi esperar o cara entrar e ir atrás dele, mas óbviamente, como tudo que eu planejo, isso não deu certo, já que o imbecil decidiu brincar com o portão. Ele abria uma fresta e travava o portão, quando eu decidia entrar (já que ele estava parado e não ia entrar), esse pau no cu fechava o portão na minha cara. Depois de algumas tentativas, aproveitei que ele travou o portão (numa fresta suficiente para eu passar sem a mala nas costas) e tirei a mala para passar, com a mala indo antes, óbvio. Muito filha-da-putamente, esse lazarento decidiu fechar o portão na minha mala, que continha várias coisas caras, entre elas meu óculos de sol (que possui lentes especiais que custam muito mais do que a armação em si), minha câmera digital, meus materiais da faculdade (que também custam caro), os trabalhos feitos hoje em sala, sem contar a própria mala, uma das poucas coisas caras que eu comprei sem necessidade.
Mas isso não foi o pior (já que os danos aos meus pertences não foram realmente relevantes), mas sim o simples fato de que eu podia ter quebrado o braço, esmagado a mão ou até ter perdido os dedos.
Então eu espero sinceramente que você, meu caro vizinho, sim, você, seu filho de uma puta demente, perneta, mal-comida e arrmbada, você mesmo, seu jóquei de pica de elefante, seu lixo genético de um laboratório falido, seu merda de cavalo com diarréia, seu orangotango acéfalo, espero que você adquira câncer no rabo, seu merda, espero que você perca seu pinto num moedor de carne, seu lazarento, espero que morra engasgado com os fluidos de um travesti aidético, sua bicha do caralho, espero que você seja estuprado por um negão portador de uma Coca-Cola de três litros entre as pernas no seu enterro, seu filho de uma puta, espero que você vá para o inferno e receba um abacaxi (com casca), do tamanho de uma cabeça de elefante adulto no seu rabo todos os dias por toda a eternidade, seu escroto do caralho, que você morra de uma vez e se foda com toda a sua família, seu viado de merda.
Obrigado.
Tags: VidaAlimente seu cérebro!
Hoje eu li um ótimo texto, e por concordar completamente com a opinião contida nele, decidi republicá-lo aqui.
Antes de mais nada, deixo claro que esse texto NÃO é de minha autoria, mas sim do MadaFoka.
Você pode conferir o original aqui.
Diariamente suprimos nosso cérebro com informações. Nesses tempos modernos, a quantia de novos dados é absurda, e vem de diversas fontes simultaneamente. Mas e a qualidade?
A cada ano que passa, mais as pessoas se nivelam por baixo, e a massa fica mais parecida, homogeneizada.Sempre comentei o fato de que em nossa cidade natal, temos um referencial que nos permite , com pouca margem de erro, olhar para uma pessoa, ou trocar meia dúzia de palavras, e saber a que classe social social ou grupo ela pertence.
Pela aparência, vocabulário, postura e roupas , voce sabia se estava diante de alguém rico, pobre, mediano, culto, medíocre, “maloqueiro” , nerd, educado, “filhinho de papai” , e tantas outras definições.
Óbvio que eu que sou de Curitiba, não poderia usar essas referências na Bahia por exemplo, onde tudo é diferente do meu dia a dia.Mas isso é passado. Essa diferença que já foi nítida, está cada vez mais imperceptível. Principalmente entre os jovens. E o pior: estão se equiparando pelos modelos inferiores.
Não me entra na cabeça que adolescentes classe média, de escolas particulares, de casa com piscina, com notebooks próprios desde os 13 anos, e todo o conforto que o status permite, se vistam igual ao chamados “vileiros” ,com boné e capuz por cima, c0m roupas enormes e correntes chamativas, e o pior: que a cada frase, falem 3 vezes “tá ligado?” “fiquei bolado” , “é treta” ou “sóóóó”Não é preconceito. É pura desilusão.
Antigamente as pessoas tinham orgulho de serem diferentes. De serem mais cultas ou mais favorecidas.
O que se ve hoje, é que não se pode ser bem vestido, falar corretamente, ler muito,tirar boas notas, se esforçar e ser bem educado, sob pena de ser discriminado pelo grupo. É a inversão de valores.O Shopping Center no domingo é uma experiência assustadora. São vários grupos de jovens querendo ser diferentes, e que acabam sendo iguais. O gel nos cabelinhos espetados dos rapazes é obrigatório, sejam emos, vileiros, pagodeiros ou outros “eiros” . As roupas e atitudes agressivas também fazem parte do conjunto.
Nas portas, os seguranças sofrem para barrar a entrada desses grupos, que fazem arruaças, furtam e intimidam, de uma maneira que o shopping não seja acusado de discriminação.Claro que existe a minoria que vai contra toda essa bobagem, que dá valor ao conhecimento, à educação, à civilidade, e à individualidade.Mas porque é minoria? Porque tantos se vestem como rappers americanos? Alias, porque se ouve rapp americano, que só fala em violência, tratar mulher como lixo, xingar a polícia, e pendurar jóias enormes e de mau gosto no pescoço? Em que momento a nossa sociedade começou a idolatrar esse tipo de lixo?
Eu não quero isso pra minha vida.
Eu quero um presidente culto, que sirva de modelo , que me de orgulho de ser brasileiro.
Eu quero uma juventude que não tenha vergonha de de ser bem nascida, e que aproveite bem esses recursos.
Eu quero uma juventude que mesmo vindo de lares mais pobres, tenham sede de progredir pelo esforço e pela educação.
Eu ver gente que faça diferença. Que seja referência. Que não seja um american “gangsta” o copiado.
Eu quero que todos nos preocupemos em alimentar nossos cérebros com conteúdo selecionado, de qualidade.Eu quero demais??
Se gostou do texto, visite www.madafoka.com.br e aprecie.
P.s.: Mada, se não curtiu ver seu texto aqui, é só avisar que eu tiro.
Tags: OpiniãoCinco motivos para gostar do “We Are The Night”
We Are The Night é o sexto disco da dupla britânica The Chemical Brothers, e aqui vão cinco motivos para gostar desse disco.
5º – All Rights Reversed – Faixa 3
4º – Do It Again – Faixa 5
3º – The Salmon Dance – Faixa 7
2º – Battle Scars – Faixa 10
1º – We Are The Night – Faixa 2
Ao som de:
Midnight Madness
The Chemical Brothers
Brotherhood









