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As melhores

December 22nd, 2009 | No Comments | Posted in Listas, Música

Fim de ano chegando e é hora das minhas tradicionais listinhas (que eu passo a divulgar esse ano, já que eu só criei essa bodega em 2009).

Vamos lá, as dez melhores músicas lançadas em 2009, na minha humilde opinião:

1. Yeah Yeah Yeahs – Zero
2. Franz Ferdinand – Lucid Dreams
3. Yeah Yeah Yeahs – Heads Will Roll
4. Franz Ferdinand – Ulysses
5. Wolfmother – New Moon Rising
6. Prodigy – Omen
7. Placebo – For What is Worth
8. Sonic Youth – What We Know
9. Prodigy – Invaders Must Die
10. Franz Ferdinand – No You Girls

Os artistas mais tocados em 2009 (segundo meu last.fm):

1. Pixies
2. Franz Ferdinand
3. The B-52’s
4. Smashing Pumpkins (arrumando a cagadinha que o last fez na somatória)
5. Yeah Yeah Yeahs
6. Sonic Youth
7. MGMT
8. Wolfmother
9. The Beatles
10. New Order

(na real Beatles e New Order empataram, mas Beatles sempre ganha, então dane-se)

As 10 mais tocadas no ano (segundo meu iTunes)*

1. Heads Will Roll – Yeah Yeah Yeahs
2. Zero – Yeah Yeah Yeahs
3. Take Me Out – Franz Ferdinand
4. Woman – Wolfmother
5. Over And Over Again (Lost And Found) – Clap Your Hands Say Yeah
6. 60 MPH – New Order
7. Ulysses – Franz Ferdinand
8. Electric Feel – MGMT
9. Where is my Mind – Pixies
10. Young Folks – Peter Bjorn and John

Não preciso nem dizer que recomendo essas músicas de olhos fechados para qualquer um que me pergunte.
Que 2010 seja lotado de bons lançamentos e de boas (re)descobertas, como a música que escuto enquanto escrevo esse post.

Ao som de:
Riders on the Storm
The Doors
L.A. Woman

* Nota: Eu vivo esquecendo de ligar o scrobbler do last.fm, mas isso não deve influenciar muito a ordem dos artistas mais tocados). Em todo caso, não confie muito nessa lista, e se não gostar, azar o seu, aqui não é o datafolha.

Nota 2: Não vou fazer outra lista. Talvez de filmes. Ou de seriados. Mas só se eu tiver paciência. Mas de carros não, nem adianta pedir.

Nota 3: Os agradecimentos pessoais, o que eu espero para 2010 e todo o blá blá blá que todos fazem vem só no dia 30 ou 31.

Resenha de Junho: The Eternal – Sonic Youth

June 4th, 2009 | No Comments | Posted in Música, Resenha

Saindo quentinho do forno, o novo disco do Sonic Youth chega as lojas no dia nove, e aqui, neste frio infernal (nesse momento fazem -1ºC), eu lhes passo minhas impressões sobre o disco…

Começando com a ótima, porém curta, “Sacred Trickster”, o álbum promete muito, graças ao característico “som barulhento”. Seguida pela “Anti-Orgasm”, o grupo criou basicamente uma faixa que alterna entre vários acordes, um perfeito exemplo do “barulho” típico da banda. A terceira faixa, “Leaky Lifeboat (for Gregory Corso)”, começa com um agradável som similar a uma caixinha de som, substituído por uma bela combinação das guitarras da banda logo em seguida. “Antenna”, a quarta faixa, um tanto calma, conseguiu deixar meus ouvidos enjoados, mas ainda assim é uma faixa muito bem executada, apesar de longa. Seguida pela incrívelmente maravilhosa “What We Know”, que possui uma ótima melodia, que chega próxima a perfeição, graças ao seu baixo e bateria, muito bem executados, o disco prova que tem muito a mostrar. Pensando que Mark Ibold, o baixista e Steve Shelley, o baterista, não podiam fazer melhor do que na faixa anterior, uma surpresa aparece aos 16 segundos da sexta faixa, “Calming the Snake”. Eles se superaram novamente. Apesar de toda a habilidade da dupla, a voz esganiçada que uma das vocalistas, Kim Godon, faz é mais que suficiente para destruir a faixa. E não é falta de habilidade da moça, já que ela cantou nas três primeiras faixas e na maravilhosa “What We Know”, além de outros ótimos trabalhos em outros álbuns da banda. “Poison Arrow” é outro bom trabalho do grupo, mas não salta aos ouvidos como as anteriores. Logo após, aparece “Malibu Gas Station”, outra faixa de começo calmo, mas com uma ótima melodia, e a prova que Gordon sabe cantar. Mais supresas, a ótima “Thunderclap for Bobby Pyn” é a nona faixa do disco, e ela mostra a essência do Sonic Youth: barulho, barulho e mais barulho. Tudo intercalado com uma grande melodia. Entrando na reta final do disco, “No Way” aparece para mostrar mais do mesmo: é o Sonic Youth, com acordes diferentes da faixa anterior. Pensando que o disco já tinha mostrado o melhor de si, eis que a penúltima faixa, “Walkin Blue” aparece para dizer em alto e bom som que o disco ainda não terminou, e o diz com sua bela melodia, capaz de fazer inveja a várias outras bandas que são apenas um punhado de plágios. Encerrando a obra, “Massage The History” é uma boa faixa, calma e com uma melodia bem feita que deixa claro: o disco acaba aqui.

Um belo trabalho do grupo, que está na ativa há mais de 28 anos, é um ótimo trabalho do grupo, se não o melhor. Que venha o próximo, e que seja tão bom quanto esse.

Ao som de:
Kool Thing
Sonic Youth
Goo

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Cinco motivos para dizer que os anos 80 não foram uma perda total de tempo

March 23rd, 2009 | No Comments | Posted in Listas, Música

Sim! Os anos 80, uma década que é julgada por muitos como a pior época do século 20 (sendo que alguns extremistas acham que ela devia ser apagada dos livros de história), mas que também teve bons frutos:

5° – Lançamento do álbum “Ramonesmania“, do Ramones (1988)

4º – Back In Black – AC/DC (1980)

3º – Computer Love – Kraftwerk (1981)

2º – Surgimento do New Order (1980)

1º – Surgimento dos Pixies (1986)

Ao som de Vendo:
New Order 511: Live at Finsbury Park – 9th June 02

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Cinco motivos para gostar do “We Are The Night”

March 15th, 2009 | No Comments | Posted in Listas, Música

We Are The Night é o sexto disco da dupla britânica The Chemical Brothers, e aqui vão cinco motivos para gostar desse disco.

5º – All Rights Reversed – Faixa 3

4º – Do It Again – Faixa 5

3º – The Salmon Dance – Faixa 7

2º – Battle Scars – Faixa 10

1º – We Are The Night – Faixa 2

Ao som de:
Midnight Madness
The Chemical Brothers
Brotherhood

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Resenha de Março: Invaders Must Die – Prodigy

March 4th, 2009 | No Comments | Posted in Música, Resenha

Lançado ontem nos EUA e em Fevereiro em alguns países da Europa, Oceania e Asia, é o primeiro álbum a apresentar os três integrantes da banda desde o disco “The Fat of the Land” (1997), além de ser o primeiro disco de estúdio desde o “Always Outnumbered, Never Outgunned” (2004). “Invaders Must Die” também tem sido considerado por alguns como uma mistura do “Experience” (1992) com o já mencionado “Always Outnumbered, Never Outgunned” (2004).

O disco, além de apresentar uma bela arte, começa com a ótima faixa “Invaders Must Die”, que mostra claramente o estilo eletrônico do grupo britânico, mantido nas outras dez faixas do álbum. As faixas seguintes, “Omen”, “Thunder” (que possui uma ótima introdução) e “Colours” mantém o clima “agressivo” que predomina o disco (e grande parte dos trabalhos do Prodigy). A quinta faixa, “Take Me To The Hospital”, é outra excelente música, porém um tanto enjoativa ao escutá-la várias vezes. Já a “Warriors Dance” é mais um exemplo de um bom som que só não é ótimo por causa do excesso de graves, causadores de dor de cabeça em quem a escutar muito alta e por muito tempo. “Run With The Wolves”, a sétima faixa do disco, é a prova viva de que o grupo pode não acertar nas músicas, mas quando acerta, é para valer. “Omen Reprise” vem em seguida, como outra (curta, já que é a menor faixa do disco) mostra de talento do Prodigy. Já a nona faixa, “World’s on Fire”, é o oposto da anterior. Extremamente cansativa, é a prova de que certas inovações em seu estilo peculiar podem ser bem-vindas, caso da próxima faixa: “Piranha”. Mas nem tudo está perdido, encerrando o disco com “chaves de ouro”, a maravilhosa “Stand Up”, que praticamente esquece todo o trabalho feito no álbum e recomeça do zero, uma ótima supresa. Essa faixa poderia até ser confundida com o trabalho de outros artistas da música eletrônica, como o também britânico Fatboy Slim, se não fosse pelos clássicos toques que o Prodigy coloca em suas músicas.

“Invaders Must Die” não é uma obra-prima da música eletrônica, mas é algo que vale a pena ser apreciado com calma.

resenha-prodigy1

Ao som de:

Álbum “Invaders Must Die”
Prodigy

P.S.: Sim, eu estou devendo a resenha de fevereiro. Um dia ela sai. O mesmo vale para a lista dessa semana.

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Cinco solos de guitarra que me deixam sem fôlego

February 22nd, 2009 | No Comments | Posted in Listas, Música

Decidi resgatar um velho hábito meu: o de fazer listas. E a primeira aqui no blog será sobre solos de guitarra.

5º – Molly’s Chamber – Kings of Leon – Holy Roller Novocaine
Trecho: 1:38 até 1:52 (versão de 2:18 minutos)

4º – Tarantula – Smashing Pumpkins – Zeitgeist
Trecho: 1:30 até 1:47 (versão de 3:51 minutos)

3º – Gimme Shelter – The Rolling Stones – Let it Bleed
Trecho: 2:20 até 3:10 (versão de 4:37 minutos)

2º – Detroit Rock City – Kiss – Alive! (1975-2000)
Trecho: 2:33 até 3:10 (versão de 3:57 minutos)

1º – Green Grass and High Tides – The Outlaws – Best of The Outlaws: Green Grass and High Tides
Trecho: 2:16 até 4:34 e 5:25 até 9:47 (versão de 9:47 minutos)

Ao som de:
The Seeker
The Who
Meaty Beaty Big and Bouncy

(que por sinal também tem um solo absurdamente bom)

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Resenha de disco: Tonight – Franz Ferdinand

January 14th, 2009 | No Comments | Posted in Música, Resenha

Olha só, que orgulho,minha primeira resenha! Ao trabalho então!

Franz Ferdinand é uma banda de rock alternativo formada em Glasgow, Escócia, no ano de 2002, que lança seu terceiro disco de estúdio agora no fim de Janeiro, cerca de cinco anos após seu álbum de estréia, que leva o mesmo nome da banda.

Tonight

Tonight começa como um pequeno concerto, algo como uma bela festa boêmia, que evolui para um grande espetáculo, tudo dentro da maravilhosa “Ulysses“, a primeira faixa da obra. “Turn It On” mantém a continuídade do espetáculo que Tonight nos promete, mas nos surpreendendo aos 1:45s com uma maravilhosa reviravolta, valorizando ainda mais o conjunto. A terceira faixa, “No You Girls“, assume um ar mais pop que as anteriores, mas mantendo elementos presentes nas outras faixas, demonstrando que o quarteto sabe como fazer um punhado de faixas se tornar uma verdadeira obra de arte. Logo após, vem o trio “Twilights Omens“ , “Send Him Away” e “Live Alone“, um combo, um trio que sozinho se mostra excelente, mas dentro do álbum, cria uma variação, tornando o disco mais prazeroso de se ouvir, mais uma prova de que o grupo realmente sabe o que faz. E, surpresa! “Bite Hard“ começa com uma bela introdução, apenas formada por um piano e pela voz de  Alex Kapranos, seguida pela entrada do maravilhoso baixo de Bob Hardy e pela incível bateria de Paul Thomson, e recebendo as gutarras de Nick McCarthy e do próprio Alex, formando uma inacreditável canção. “What She Came For“, numa pista de dança, faria facilmente com que todos do recinto fossem dançar imediatamente, tudo graças ao magnífico rítimo. Continuando a ouvir o disco, chegamos a “Can’t Stop Feeling“, com suas batidas que lembram danças tribais africanas, uma perfeita união entre estilos diferentes, uma faixa única em todo o álbum. Ao chegar na décima faixa, encontramos “Lucid Dreams“, a mais longa faixa do álbum. Com um belo refrão, Lucid poderia ser uma das melhores faixas de todo o disco, façanha impedida pelo seu (longo) final, uma distorção de barulhos que acabam por causar dores de cabeça em quem escuta a faixa em fones de ouvido. “Dream Again” pode ser comparada a uma confortável poltrona após uma longa caminhada por quem escuta o álbum inteiro, graças ao seu calmo rítimo, que abandona o “boêmio” e dá um descanso aos ouvidos, preparando o ouvinte para a acústica e igualmente calma “Katherine Kiss Me“, uma bela demonstração de talento ao criar música utilizando apenas violões e breves toques de piano aliados a calma voz de Alex, resultando em uma perfeita combinação que permite relaxar quem escuta, termiando o disco com chave de ouro. Tonight consegue ser uma perfeita união de rítimos, uma obra de arte, e mostra o talento de seus criadores. Franz Ferdinand pode ser ainda maior se repetir tal demosntração de talento em seus próximos trabalhos ao presentear seus fãs com boa música.

Média do disco:
4

My personal pic:
Como não deu pra escolher só uma, vou de Ulysses (faixa 01) e Bite Hard (faixa 07).

 

Ao som de:
Álbum “Tonight”
Franz Ferdinand

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Para lembrar…

January 11th, 2009 | No Comments | Posted in Música

…do Forrest Gump.
http://blip.fm/~1j1op

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